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Você já ouviu falar em retail tech? Sabe qual a influência desse setor para o futuro dos seus negócios?

Todo empreendedor sabe que o mercado está se transformando rapidamente. Cada vez mais, o que dita o sucesso do varejo é sua capacidade de adequar-se às constantes inovações tecnológicas e aos novos comportamentos de consumo impulsionados por elas.

O retail tech é justamente a resposta para esse novo paradigma. Sua finalidade é garantir aos varejistas todas as condições necessárias para que eles possam: 

  • superar desafios;
  • escalar;
  • ter sucesso diante de tantas mudanças e novas exigências.

Mas afinal, o que o conceito significa? Quais seus impactos e como eles ditam o futuro do varejo? Conheça os detalhes mais importantes sobre o tema ao longo deste artigo. 

O que são as retail tech? 

De maneira geral, o termo retail tech se refere às startups que desenvolvem soluções para varejo e consumo

Com foco nas tecnologias que ditam a transformação digital, essas empresas têm como missão agregar mais eficiência e competitividade aos varejistas e à toda cadeia que os envolvem.

Considerando os novos comportamentos dos consumidores, o retail tech atua para aprimorar as experiências de descoberta, escolha e aquisição de mercadorias e serviços. 

Nesse sentido, as inovações podem ser inúmeras e abrangentes. Elas englobam desde a otimização operacional, até a criação de presenças digitais mais sólidas, novos meios de fidelizar clientes e até a idealização de soluções de varejo inéditas. 

Para você ter ideia, dados da Venture Scanner indicam que já existem cerca de 21 categorias de retail tech. Elas estão espalhadas em 67 países e seguem em pleno crescimento. No Brasil, são mais de 760 negócios do ramo. 

Qual o impacto que essas startups de tecnologia possuem no varejo? 

A digitalização é algo cada vez mais decisivo para os varejistas que desejam manter sua relevância e prosperar no mercado atual.

Não por acaso, somente 12,32% das empresas ainda não enxergam a transformação digital como uma prioridade, segundo dados publicados na Exame

No varejo, o principal desafio é adaptar as práticas operacionais e de geração de receita às novas expectativas do público consumidor. 

Afinal, se os impactos positivos do e-commerce já são reconhecidos há anos, agora é preciso ir além da presença digital propriamente dita.

Atualmente, com a ascensão dos modelos de negócios da indústria 4.0, a tendência é migrar para uma atuação multicanal.

Ou seja, as marcas devem estar em todos os locais onde se encontram os clientes. O objetivo é criar o maior nível possível de aproximação com o consumidor final

Isso inclui sites, lojas, redes sociais, centrais de atendimento, aparelhos em rede, mala direta, serviços domésticos, entre outros exemplos de canais onde as pessoas querem ser atendidas.

A partir dessa necessidade omnichannel, inúmeras tendências em retail tech estão surgindo. Confira alguns exemplos daquelas que já estão ditando o cenário competitivo:

Lojas sem caixas

A mesma comodidade que as pessoas encontram ao fazer suas operações por conta própria nos e-commerces e marketplaces foi estendida aos pontos físicos de venda. 

Se esse já era um diferencial em prol da viabilidade organizacional e da praticidade dos consumidores, seu crescimento foi acelerado com as medidas de proteção da pandemia.

Junto das compras sem caixa, outras soluções para reduzir o contato nas lojas também estão crescendo. Isso inclui: 

  • QR codes;
  • cartão por aproximação;
  • pagamento via smartphone. 

Provadores virtuais

Provar algo antes de comprar sempre foi uma preferência dos clientes. Essa ainda era uma limitação do digital, mas isso já está mudando.

Graças às tecnologias de realidade aumentada, agora as pessoas podem experimentar os produtos. Isso amplia o poder de escolha nas compras e cria melhores experiências ao público.

Essa possibilidade também ganhou força na pandemia. Afinal, as pessoas podem conferir como uma roupa ou acessório ficaria nelas, por exemplo, pela tela, no conforto de suas casas.

Voice commerce

A inteligência artificial aplicada aos comandos de voz não para de crescer. Ela inclusive já ganhou as casas dos consumidores, a exemplo de aparelhos como Alexa e Google Assistant.

No contexto de internet das coisas, as pessoas terão cada vez mais dispositivos ao redor delas para solicitar pesquisas de produtos e efetuar as compras do dia a dia.

São esses e outros avanços de retail tech que prometem ditar o futuro do varejo. Ignorar sua adesão já não é mais uma opção para quem deseja se destacar no mercado. 

Varejo tech: esse é o futuro do varejo? 

O varejo tech já é uma realidade, e seus constantes avanços são o que ditam o sucesso das empresas diante dos novos comportamentos, padrões e preferências dos consumidores.

As soluções mais avançadas de retail tech ainda são vistas por alguns como algo distante. Contudo, elas já são uma realidade e ocupam um papel de protagonismo no mercado.

Nesse sentido, podemos voltar ao exemplo da realidade aumentada. Em 2019, um relatório da Gartner previu que 100 milhões de pessoas fariam compras com essa tecnologia até 2020.

A previsão não só tornou-se realidade, como a taxa de conversão de clientes engajados com RA cresceu 90%. Os dados são de uma matéria da Retail Customer Experience.

No mesmo sentido, os números do mercado também reforçam o potencial do comércio por voz. Só nos EUA, os dispositivos devem ser 77 milhões até 2025, segundo informações da Statista

Inúmeros outros exemplos de varejo tech poderiam ser mencionados. Entretanto, esses casos já reforçam a importância de adequar-se às suas tendências para não ficar para trás.


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